quinta-feira, 3 de março de 2011

Aeropólis – the movie make





"E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe." - Apocalipse 21:1.



Houve uma época no planeta terra logo após as guerras nucleares em que a população humana estava acabada. Milhares de pessoas haviam morrido, cidades desaparecido, tudo estava perdido as nações e paises já não mais existiam.
O planeta estava um caos, as geleiras haviam derretido o nível do mar aumentado muito cobrindo varias cidades. As guerras nucleares que ocorreram por volta do século XXIV deixaram bilhões de pessoas mortas, fome e economias destruídas, catástrofes naturais por toda parte.
Devido à poluição humana os mares e oceanos a fauna ia flora do planeta estavam bastante danificadas a respiração era algo muito difícil por causa da camada de ozônio que já não existia em diversas partes do planeta. Novos seres se desenvolviam.
Der repente sem perceberem eles foram chegando e não da forma que sempre haviam imaginado, chegaram pacificamente respondendo a um chamado de centenas de anos atrás onde haviam mandado uma mensagem para o espaço descrevendo o ser humano, o sistema solar, as moléculas de água eo DNA.
A principio os que chegaram eram os exploradores que atenderam ao chamado. Uma espécie de exercito, eles ficaram chocados com o poder de destruição e de como o ser humano tratava a vida eo planeta com eles aprenderam mais sobre o universo, sobre religiões, pois elas forma revistas a gênese bíblica valia para todos os planetas? A alma deles era como a alma humana?Deus e igual ao universo? Muitos dogmas mudaram mais as religiões ganharam força, pois algumas perguntas fundamentais da humanidade precisaram de soluções não cientificas que só as religiões poderiam dar.
Forneceram tecnologia avançadas e ajudaram a construir as primeiras cidades flutuantes, ensinaram o homem a viajar pelo universo com a velocidade da luz e tornaram a terra uma civilização universal.
Quando começaram a se entender deu inicio um intercâmbio cultural imenso, foi parecido com o período do renascimento.  Todo o sistema de crenças e conhecimento da humanidade foi modificado ou substituído pela sabedoria do resto do universo.
Eram espiritualmente e intelectualmente mais avançados que os seres humanos. Achavam eles divertidos hora entediantes bastava de como estivessem de humor.
Os humanos foram estudados e classificados como pacíficos porem excêntricos, foram localizados e viraram rota em grandes mapas galácticos e em pouco tempo já eram visitados por outras civilizações.
Grandes cientistas da terra foram em expedições para outros mundos com a mesma vontade de estudar e conhecer profundamente outras civilizações.
A terra agora era conhecida como o planeta em reconstrução dividido em três grandes zonas as de mutações, preservações e as fantasmas.
As zonas de mutações eram áreas habitadas por cientistas e novas espécies que se misturavam com uma nova flora que surgia nestes locais sempre em transformação efeito das bombas nucleares e das mutações através dos séculos evoluindo inclusive vida inteligente uma espécie pensante que ainda não conseguiram ampliar o poder da fala, porem os humanos já o respeitavam na grande cadeia evolutiva do universo. Chamavam de os novos terráqueos eram uma espécie de aves que evoluíram e viviam livre em uma área que antes foram imensas florestas tropicais da América do sul. Tinham sua própria cultura e modo de ver e viver tudo isso. Eles endeusavam os humanos achavam que eram deuses com suas roupas de pressurizadas. Seriam os deuses astronautas? Os humanos por sua vez não interferiam no modo de viver deles exceto vez ou outra para alguma pesquisa.
As zonas de preservações eram áreas em que cientistas tentavam agrupar animais e humanos desistentes na mesma fauna e flora do século XX que por diversos motivos haviam ficado intacta em determinadas regiões da terra.
Por ultimo as zonas fantasmas dada aos humanos resistentes como eram chamados os humanos que por diversos motivos não quiseram abandonar a terra após toda sua destruição e radiação nuclear. Viviam de forma diferente, sofreram mutações, conheciam toda a nova tecnologia e a usavam em parte porem faziam questão de viver num planeta pós – apocalíptico desolado e que em nada lembra a terra o planeta água. As suas águas estavam em um alto nível de poluição plástico e águas se misturavam havia muita sujeira. Novos seres surgiam nos mares que tiveram papel fundamental para salvar a espécie humana por volta do século XXVI.
Prova disso e a cidade submersa que fica em uma área de 38 km² ao nordeste do que antes era o continente africano.
Todas essas áreas na terra eram reconstruídas e tratadas novas tecnologias ia mesma energia renovável das cidades do futuro assim eram conhecida às cidades flutuantes que se proliferavam na órbita da terra.
Mesmo com todas essas transformações e ensinamentos o ser humano tornou-se cada vez mais cruel e indiferente dando menos valor a vida. Os seres humanos continuaram pensando como sempre com as mesmas duvidas, havia as mesmas necessidades de se apegar em algo, afinal era assustador olhando através da historia da humanidade ter saído da idade da pedra e hoje morarem sobre este mesmo planeta em cidades flutuantes era angustiante saber que milhares de pessoas haviam nascido morridos, guerras e descobertas acontecido tecendo essa grande historia do universo e mesmo sabendo de outras civilizações menos ou mais avançadas que a humana era inevitável pensar em depois da vida ,na morte que ainda era um grande mistério.
As pessoas eram diferentes tinham atitudes e vícios diferentes. A rede era o grande problema, doenças e distúrbios mentais cresciam e vários deles eram tidos como manias excêntricas e naturais nestas sociedades que se formavam na órbita da terra. Eram humanos, pois não negavam a essência, mas eram humanos diferentes em tudo menos na ambição e no poder voraz de destruição.
Os outros os que vieram de outras galáxias e outros planetas achavam engraçado este modo humano de viver, para eles o que importava era a sabedoria o que muitos consideravam alma ou espírito para eles era só a realidade que nos cercava só o que interessava era a grande sabedoria, e diferente dos humanos que riam ,choravam, amavam e odiavam os outros eram fechados e poucas vezes conseguimos identificar algum sentimento.
Dentre as muitas cidades flutuantes filadepatriaterma era uma das maiores e mais importantes cidades do sistema solar com milhares de habitantes de regiões culturas etnias diferentes do que antes foi a terra. Uma das primeiras cidades a entra em órbita filadepatriaterma com o passar dos séculos cresceu de forma assustadora a cidade virou uma espécie de pólo das demais cidades a sua volta. De lá saiam diariamente cápsulas de locomoção para vários lugares do sistema solar e fora dele com uma das maiores plataformas de embarque dentre as cidades do futuro. Com lojas, restaurantes, hotéis, áreas de lazer, centrais elétricas, fazendas, hospitais, escolas, parques, estádios, escritórios,piscinas, usinas de oxigênio.era uma mega cidade vertical com blocos interligados por quilômetros de corredores de aço e vidro.com uma das maiores colônias de seres extraterrestre dentre as cidades com emissoras de comunicação ,universidades de consciência e o setor proibido, tinha esse nome pois para menores de vinte um anos era proibido.com centenas de boates, bares ,cinemas e casas de espetáculos era também moradia de artistas e boêmios. Prostitutas e todo tipo de gente com índole duvidosa, integrantes da máfia cibernética e os jovens que eram a grande maioria enchiam as ruas. Tudo que era moda estava por lá roupas, cantores, comidas, atores. Cada cidade tinha suas próprias zonas, mas a maioria das cidades copiava o modelo central de filadepatriaterma.
Porem outras cidades como as da órbita da lua onde moravam políticos, celebridades e os realmente bem sucedidos eram totalmente diferentes até a entrada nestas cidades eram controladas, pois o terrorismo espacial crescia. Starpólis era uma dessas cidades onde a máfia, o dinheiro fácil e as celebridades conviviam em noites sem fim.
Aeropólis era outra mega cidade com elevadores de propensão magnética e com 4 km de altura, 700 000 pessoas e 6,5 km de diâmetro, estações panorâmicas escadas e esteiras rolantes e fibras ópticas que capturavam a energia do sol junto com filadepatriaterma e starpólis formavam as maiores cidades da galáxia.       

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

I'm sorry, it just ain't gonna work out



As coisas não fazem mais tanto sentido assim. Nem sei o que quero e onde estou no meio disso tudo. Mas surge algo novo que me faz repensar em tudo e volto a me encantar com pequenas coisas, pequenos gestos, volto a ter esperanças no ser humano, em mim. As coisas voltam a ter sentido me sinto vivo no universo. Olho o mar, o céu as pessoas,  e creio que nada como outro dia para te fazer melhor, te dar animo. Meus sentimentos por vezes estavam confusos, mas desde o dia em que te encontrei as coisas foram se ajustando criando forma e já não sei se o que te falo e por causa do álcool e da maconha que percorrem em mim ou por que estou trasbordando algo que sai de mim de uma forma tão natural que jamais conseguiria te explicar.
Vejo os carros passando e penso em dias felizes, dias em que tudo se encaixa como hoje. Mais agora já e outro dia cheio de compromissos, de sonhos, ilusões e medos e uma enorme vontade de compreender tudo isso de uma só vez, ter a certeza de que tudo se completa e que deus e o universo são um só... Estou te escrevendo depois da praia, do ônibus, do baseado, da cocaína, dos medos e do entendimento que tudo se torna belo por mais cruel e doentio que seja e que a única certeza que fica e o amor que damos ou negamos.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

sonhos e desilusão

Tudo estava muito confuso, na minha cabeça só lembro estar saindo de uma festa em uma casa bem grande, com luzes iluminando azulejos amarelos, na frente tinha um jardim com grandes palmeiras. Realmente eu estava muito confuso um pouco pelo álcool e um pouco pelas drogas que rolaram durante a noite.
Tínhamos ouvido musica e conversando coisas bobas, olhando sempre no fundo dos olhos. Pois as palavras não queriam dizer nada, na verdade havia um desejo oculto de ambas as partes de se entregarem um ao outro. Mais mas uma vez a noite acabou e ambos não tiveram a coragem de falar ou fazer nada sempre regidos pelo signo da terra.
Ele me ofereceu uma carona e nos despedimos dos outros em frente aporta de madeira que ficava bem ao lado dos azulejos amarelos.
O carro seguiu por um longo caminho casas de um lado e arvores do outro, o som da natureza dos bichos ia escuridão tudo mexia na minha cabeça. Tinha dois amigos do Rodrigo no carro que nem lembro que eram fumavam um cigarro e riam baixinho, nem sabíamos por que, reclamaram do vento que vinha do leste.
Às vezes fico pensando sobre mim e nem sei quem eu sou ou quem me tornei algo dentro de mim se perdeu pouco a pouco, e como se tivesse uma ferida aberta sangrando todos os dias felicidade, alegria, tristeza, medo e coragem saindo de mim. Eu gosto de quem me tornei mais a cada dia fico, mas distante de quem eu era. Tenho medo de me perder e não conseguir me achar.
Já fazia alguns minutos que circulávamos com o carro até a portaria do condomínio de casa onde estávamos quando passamos por uma casa onde a garagem estava aberta e dela saia um carro preto e dentro pude ver três panteras negras. Mas logo já estávamos fora no condomínio em uma grande avenida muito iluminada. Começou a cair uma chuva fina e bateu em mim uma sensação ruim. A estrada parecia não ter fim ninguém conversava apenas o som do carro que tocava algo leve.
Rodrigo sugeriu um bar ali perto onde pessoas entravam e saiam, para terminarmos a noite. Eu pedi uma cerveja e o outro algo quente. Um homem de blusa colorida não sai do balcão fumando um cigarro atrás do outro. Tinha um garoto de óculos de grau blusa manga longa muito interessante, mas tanto eu como ele estávamos demasiadamente cansados dessa coisa toda e olhando melhor ele estava acompanhado da garota de cabelos escuros .toda agasalhada,com uma bolsa vermelha .
Rodrigo conversava com seus amigos sobre signos, lua, acendestes calendário maia, olhei para eles e fiz cara de interessado. O bar já estava fechando, fumamos um cigarro de maconha e cantarolamos uma musica do Caetano.
Ele sorriu, tocou minha perna, tentei puxar conversa falando sobre coisas que não me pertenciam. Mais uma vez ele sorriu, e disse: às vezes procuramos em algo ou em alguém o que está dentro de nós. Então entedie que o que eu procurava trasbordava em mim.
Paguei a conta e caminhei por um fevereiro quase março fumando um cigarro e pensando em coisas grandes e pequenas importantes ou não. E não demorou muito para o sol nascer.

PARA ALGUEM EM ESPECIAL


Perdão se nunca soube lhe compreender ou agradecer quem sou erro muito e difícil assumir nossos erros, sonhos tenho muitos alguns você me possibilitou viver outros nem com todo tempo e dinheiro do mundo realizarei, mais de tudo ficam coisas boas não sei se ir embora foi a melhor opção isso só o tempo dirá.
No futuro todos vão ver o que perderam, mas eu não. Eu vou ter vivido o que acreditei minhas ilusões e loucuras que por muito tempo me alimentaram, mas que também me fizeram padecer e de certa forma contribuir para o que eu sou hoje. Esta pessoa fria e fechada, distante de tudo, o amor se encontrei não percebi como também não percebi que estava desperdiçando tantas chances e portas que se abriram na minha frente, como última saída do inferno que em encontrava e olha que já se vão vinte anos.
E inevitáveis certas comparações estou em uma fase que sinto muitas saudades de você e dos meninos, das brigas dos choros e sorrisos, as lembranças me matam pouco a pouco.
Eu? Estou bem, agora vou tomar um café, lá fora cai uma chuva dessas de verão e sinto que ela lava todos os meus erros.
Beijos, abraços, desculpas e monte de coisa que só você pode imaginar, pois você e a única pessoa que me conhece por inteiro. Amo-te muito por saber que só você numa extensão de quilômetros me entende e me ama como sou, cheio de imperfeições. 

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

AMORES URBANOS


Ele parou e me olhou como todas as outras vezes, eu sorri e entrei no carro.
Ouvíamos uma canção qualquer que por sinal falava de amor. Baixei o vidro e deixei que o vento tocasse meu rosto, falei de mim somente o necessário e ouvi muito sobre ele tínhamos pouco em comum a não ser um gosto estranho na boca que se sente quando ama.
Ele disse que gostou dos meus lábios, eu gostei dos seus cabelos.
Havia também um brilho nos seus olhos que não conseguia definir. O carro seguia lento por entre as ruas, nelas vejo vários rostos que poderiam ser o seu mas estavam tão longe que não pude definir em meio à massa urbana.
Trocamos telefone e nos despedimos antes do semáforo abrir. Será que algum dia você soube do meu amor? Mesmo que por outros lábios ou por algum instante meu olhar apaixonado encontrou seu olhar distante? , nunca saberei pois o que sinto por você e tão verdadeiro que sua amizade me basta. Fico com medo de me declarar e te perder, resolvi te esquecer ,te ver dói ,machuca e aos poucos vai abrindo uma ferida que com o tempo não sei se terá cura.
Paro de pensar em você, pois o telefone toca! E uma fraca luz de cor amarela ilumina meu coração e ele, jantar, musica, vinho e você não poderiam faltar. Entramos,sentamos,conversamos,rimos ,bebemos, ouvimos,dançamos beijamos.
Acho que chegou o momento cansei de sofrer e de imaginar eu e você, vou embarcar no real. Não o amo, mas ele me ama e basta. Vou ser amado, e todas as tardes o telefone passou a tocar e ele diz vamos à paris? E o sinal, eu visto uma roupa qualquer e o encontro em um canto qualquer.
E ao vê-lo meu coração fica leve, cheio de esperanças que um dia eu possa amá-lo como te amo, pois ainda te amo, e que não posso mais...
Ele diz apenas vamos às paris? E eu respondo qualquer lugar longe daqui.